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PPCI, PSCIP e Projeto de Incêndio: qual é a diferença?

  • Guias
  • 2 min de leitura
Capa com o texto "PPCI e PSCIP" sobre foto de uma placa de saída de emergência

Quem começa a pesquisar sobre segurança contra incêndio esbarra em uma sopa de siglas. A boa notícia é que quase todas falam da mesma coisa. O nome muda de um estado para outro porque cada Corpo de Bombeiros tem a sua legislação.

As siglas do projeto

  • Projeto de incêndio ou projeto de combate a incêndio: o nome popular, usado no país inteiro.
  • PPCI (Projeto, ou Plano, de Prevenção e Combate a Incêndio): termo comum no Sul do país e muito usado no dia a dia de engenheiros e síndicos.
  • PSCIP (Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico): nome adotado por vários Corpos de Bombeiros e o que mais se aproxima da linguagem das normas.
  • PPCIP e PCI: variações das anteriores.

No Distrito Federal, as normas técnicas do CBMDF falam em segurança contra incêndio e pânico. Na conversa com o cliente, todo mundo diz projeto de incêndio ou PPCI. O conteúdo é o mesmo: o projeto que define as medidas de proteção da edificação. O guia o que é o projeto de incêndio explica o que ele contém.

As siglas do documento final

Depois que o projeto é aprovado e os sistemas são instalados, o Corpo de Bombeiros vistoria o imóvel e emite um documento. É aqui que os nomes mais variam:

  • AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros): termo de São Paulo que se espalhou pelo país.
  • CLCB: certificado para edificações de menor risco, com processo mais simples.
  • Alvará dos bombeiros, atestado ou laudo de vistoria: nomes populares para o mesmo fim.
  • Habite-se: a vistoria feita no fim de uma obra nova.

No DF, o que o cliente precisa saber é qual documento o órgão licenciador está pedindo. Tratamos disso nos guias sobre o alvará do Corpo de Bombeiros e o habite-se.

Por que usar o termo certo importa

Na hora de protocolar, o projeto precisa seguir a terminologia e a simbologia do CBMDF. Um desenho com símbolos de outro estado volta com exigências. Há normas só para isso: a de terminologia e a de padronização gráfica.

Para quem contrata, a dica é simples. Não se prenda à sigla. Pergunte ao profissional se ele faz o projeto conforme as normas do CBMDF, se emite ART e se acompanha a análise até a aprovação.

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